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LIVRO USADO - A Casa de Barro: Residência dos Missionários Claretianos

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Ref: 2449
Marca: Ave-Maria

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Detalhes:

- Idioma: PORTUGUÊS

- Tipo de Capa: CAPA DURA

- Número de Páginas: 89

- Ano de Edição: 2011

- Número de Edição: 1º

- Dimensões: 30.5 x 27.5 x 1cm;

- ISBN: 9788527613248

ATENÇÃO: Foto meramente ilustrativa

No verão de 1979, o Pe. Gustavo Alonso Taborda, recém eleito Superior Geral da Congregação, visitou a comunidade claretiana de Batatais. Os missionários, alguns deles idosos e doentes, viviam num ambiente incômodo, sobretudo pela falta de privacidade. À época, iniciavam-se as atividades do Ensino Superior, o que fez que a movimentação de alunos e professores passasse a interferir muito na vida da comunidade, tornando-a incompatível com as mudanças por que passava a Instituição. A situação sensibilizou o Pe. Gustavo, que julgou conveniente providenciar um local mais apropriado para a residência dos missionários. Os responsáveis, inicialmente, pensaram em adquirir uma casa na cidade, em condições tais que satisfizessem as necessidades da vida comunitária. O projeto, porém, não se realizou. Dada a extensão do terreno do Colégio São José de Batatais, pensou-se, então, em construir aí uma Residência para os missionários, que se ocupavam com a educação no Colégio São José, que oferecia ensino de primeiro e segundo graus, com as atividades das Faculdades Claretianas, que estavam sendo implantadas, e com os serviços da Paróquia Coração de Maria. Transformado o pensamento em decisão, o projeto da casa orientou-se por uma reflexão cuidadosa sobre a Missão Claretiana e seu carisma, cuja vida se inspira no colégio apostólico, como modelo de comunidade missionária. Não se tratava, portanto, de uma mera construção, uma vez que a arquitetura deveria encarnar a força do espírito e seu poder transformador que se materializa na arte, ao se fazer presente por meio de linhas arrojadas, como abóbadas, cúpulas, lajes planas, parábolas e claustros, construídos em alvenaria em sua totalidade. Decidiu-se, então, que a construção resgataria antigas técnicas, caídas em desuso. O projeto foi então encomendado aos arquitetos José Mario Nogueira ? ex-aluno do Colégio São José ? e Affonso Risi, sócios em um escritório em São Paulo, à época.

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