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LIVRO USADO - Obituário Arquitetonico - Pernambuco Modernista

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Detalhes:

- Idioma: PORTUGUÊS

- Tipo de Capa: BROCHURA

- Número de Páginas: 211

- Ano de Edição: 2007

- Número de Edição: 1º

- Dimensões: 21 x 21 x 1.6cm;

- ISBN: 9788590730408

ATENÇÃO: Foto meramente ilustrativa

O tema da conservação do patrimônio modernista do estado de Pernambuco é tratado aqui sob a ótica da demolição e descaracterização de seus exemplares mais significativos. A perda destes exemplares é interpretada como uma morte arquitetônica, que é revelada através de diversas facetas. Esta morte pode ser prematura, quando mata antes mesmo da arquitetura se tornar plena em forma, função e espaço. Pode ser por abandono, quando dela se esvaem sentidos, funções, pessoas; ou motivada por ocaso natural, quando se deve a mazelas de nascença. Pode ainda se processar por transfiguração, quando ao espelho não se reconhece ou quando suas entranhas não mais obedecem ao sentido que lhes foi dado. Pode acontecer, ainda, pela presença parasitária de usos não previstos que a carcomem por dentro e por fora. Mas a pior das mortes é a anunciada, aquela prescrita nas normas dos homens, que estabelecem o princípio de que trocar uma arquitetura por outra é um bom negócio. O obituário arquitetônico, que contém a inscrição de alguns mortos ilustres, é acompanhado de um registro com o natalício dos vivos que os substituíram. Colocados face a face, por meio de registros fotográficos e projetos arquitetônicos, deixam revelar as naturezas que os distinguem além do fato vital de um existir e o outro não, como os conceitos arquitetônicos que fundamentaram suas criações, os usos abrigados, as técnicas e os materiais de construção utilizados, e os hábitos e costumes impregnados na forma de organizar seus espaços. Alguns mortos parecem ter tombado em vão. Em outros casos, o recém-nascido tem personalidade própria. Esse julgamento deve ser feito segundo a observância de muitos aspectos, dos mais subjetivos, ligados à memória e aos sentimentos individuais que tal obra emana, aos mais objetivos, como os impactos nas condições ambientais locais, no fluxo de veículos, na demanda por infraestrutura urbana, entre outros. O julgamento é vosso.

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