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Cidade Abstrata - Crônicas

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Ref: 310301
Marca: Libretos
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Detalhes:

- Idioma: PORTUGUÊS

- Tipo de Capa: BROCHURA

- Número de Páginas: 244

- Ano de Edição: 2024

- Número de Edição: 1º

- Dimensões: 21 x 14 x 1cm;

- ISBN: 9786586264920

ATENÇÃO: Foto meramente ilustrativa

Nesta coletânea de textos escolhidos, publicados originalmente no portal Sler, o olhar do autor divaga, busca, reflexiona, se posiciona. Do muito que produziu ao longo dos anos, seleciona e cuidadosamente coleta trechos, quais pedaços de vidros coloridos agora rearranjados em outro mosaico, desenhando um vitral que está e permanecerá para sempre incompleto. A cidade é longa, e os textos são breves. Pois não importa tudo resolver e sim ampliar entendimentos. De maneira pontual, escolhida e reflexiva, Flávio espeta agulhas e ativa uns pontos-chave dentre os muitos fluxos de energia que percorrem Porto Alegre, ativando possibilidades de acupunturas urbanas. E assim como o Marco Polo de Calvino afirma que ?todas as vezes que descrevo uma cidade digo algo a respeito de Veneza?, sua cidade, sempre que Kiefer fala da sua cidade, é também sobre todas as demais que está narrando. ?De uma cidade não aproveitamos as suas sete ou setenta maravilhas, mas a resposta que dá às nossas perguntas?, diz o viajante veneziano. E cada texto neste livro é uma questão aberta, uma trilha em busca de respostas. Kiefer passeia nesses e em muitos outros artigos ou crônicas, fruindo das facetas múltiplas e variadas de sua cidade, abstrata, mas construída em concreto armado, tijolo e aço. Corta com a faca da crítica e amacia com as odes dos poetas sua Porto Alegre idílica, onírica, real, desejada, maltratada e querida, desvelada, oculta, revelada, interrompida, descortinando um caleidoscópio de leituras e possibilidades. ?É o humor de quem a olha que dá forma à cidade de Zemrude [...] não se pode dizer que um aspecto da cidade seja mais verdadeiro do que outro.? Cada leitor pode percorrer esses relatos - ou essas esquinas de ruas imaginativas - tomando por rotas e sequências de seus desejos, e no processo, fazendo da Porto Alegre de Flávio a sua própria. Tem para refletir. E tem também para comemorar. (Texto acima retirado do prefácio de Ruth Verde Zein: arquiteta, professora do Mackenzie São Paulo, mestre e doutora em Teoria, História e Crítica de Arquitetura. Prêmio Capes 2006. Publicou dezenas de artigos e livros. Palestrante em mais de 25 países.)

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